


Pequena e apressada.
Na certidão: Priscila, na vida real: Pri, no mundo virtual: PrixPink. Nascida em (19/05/1984), porém ninguém acredita que ela possa ter 24 anos. o_Õ Namora o Marlon desde (20/02/2005). Estudante de Comunicação para WEB (2º semestre). Estagiária. Gosta de HANSON desde 1997 e não vai deixar de gostar nunca. (^_^) Gosta muiiiito de Rooney. É fã de ALL STAR e por mais que eles possam machucar, "dar" calos em seus pequenos pés, ela não para de usar. Hahaha xD Acha a PUCCA a cabeçudinha mais fofa. Viciada, muiiiito viciada em CHOCOLATE.

Em junho/2007 a Mari me deu um espacinho no Acid-Lips. Mas só consegui começar a postar em janeiro/2008. Estou muito feliz! ^^ Obrigada Mari queriduxa!

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Quinta-feira, 17 de Julho de 2008
10:50
9 Comentários
Cartas
Em 1995 estava na 5ª série. Durante a aula de Língua Portuguesa, a professora nos ensinou a escrever uma carta da maneira mais formal: cabeçalho (cidade e data), logo depois a saudação, depois o conteúdo e no final a assinatura, nos ensinou também como preencher o envelope e selar (naquela época ainda tinham alguns selos que você lambia. Hihihi). Lembro perfeitamente dessa aula, pois tivemos que escrever para o Amyr Klink.
A emoção de escrever uma carta para alguém real, era indescritível. Saber que alguém leria (ou não) minha carta, me deixava mais empolgada e contente. Fiz tudo nos conformes e depois coloquei a carta no envelope como se estivesse colocando um pouco de mim ali dentro (o que não deixava de ser verdade, mas naquela primeira vez não tinha consciência disso). A carta foi enviada, mas até hoje espero a resposta que nunca virá.
À partir daquela aula, descobri que tinha alguma coisa nessa vida (além de rabiscar e desenhar) que eu realmente sentia alegria em fazer: escrever cartas. Comecei enviando cartas e fazendo bilhetinhos para amigos da escola e familiares.
Por ser tímida, encontrei uma forma de expressar meus sentimentos sem perder a fala ou gaguejar. Fui aprendendo que escrevendo poucas palavras em um papel, mas com carinho e dedicação, você pode mudar o dia de uma pessoa.
Após algum tempo fazendo cartinhas só para conhecidos, encontrei endereços de outras pessoas que tinham o mesmo gosto que o meu e assim começou a minha vida de correspondente de cartas.
Tive vários correspondentes do Brasil inteiro e assim fui conhecendo um pouco do mundo e um pouco de mim. Após um tempo, vendo minhas cartas sem graça, sem nenhuma cor ou algo chamativo, comecei a enfeitá-las com desenhos, colagens, trocava os pingos dos i's por corações ou estrelas, às vezes trocava a letra O por corações e sempre enfeitava o envelope com desenhos e muitas cores.
Assim fui conquistando mais correspondentes e mais feliz eu ficava ao saber que as pessoas adoravam aquele carinho todo. Nesse meio tempo, comecei a me corresponder com fãs do Hanson e o número de cartas que eu escrevia por semana, ultrapassava 50. Virei amiguinha do carteiro. Hehehe.
Em 2001 comecei a ter dores no pulso e fui obrigada a diminuir o número de cartas, mas não parei de escrever ... Algumas amizades de cartas que eu não conseguia viver sem, pois pareciam conversas diárias, trocas de experiências e emoções. Com essas amizades, eu poderia estar com o pulso dolorido, mas lá estava eu ... escrevendo.
No final 2001, a minha vida começou a ficar extremamente corrida, estava no final do 3º colegial e estava me preparando para entrar no cursinho. Não tinha mais tempo para escrever.
Nessa época já estava fascinada pelo mundo da internet e começava então a escrever no meu blog (na época o Blig do iG).
As cartas foram trocadas por e-mails e tudo ficava cada vez mais impessoal e frio. As cartas que eu enviava, certamente seriam respondidas em 5 a 10 dias, os e-mails eram respondidos no mesmo dia. Quando enviava uma carta não recebia a resposta por carta e sim por e-mail, algo muito frio se comparado ao calor de uma carta escrita de próprio punho. Continuei tentando encontrar uma maneira de receber as cartas calorosas e cheia de boas energias, que há anos recebia, mas as vidas das pessoas começaram a mudar e muitas vezes fiquei sem respostas.
O Orkut surgiu e além de e-mails frios, vinham também os scraps. O Orkut veio auxiliar a conhecer aquele correspondente que você nunca viu pessoalmente e saber como ele (a) era de verdade, mas as cartas já não fazem mais parte desse mundo.
Hoje, em 2008 e com os meus 24 anos, sinto saudades do tempo que ficava na mesa de jantar, em uma tarde fria, com minhas canetas coloridas, recortes e adesivos, enfeites e idéias para trocar ... E ficava ali horas escrevendo cartas para pessoas queridas, mas que no fundo receberiam muito além do que palavras de carinho, receberiam um pouco do meu coração, um pouco da minha devoção e bastante do meu tempo. Cartas são expressões de amor e carinho, são abraços eternos, afagos guardados e sentimentos profundos.
Cartas de amor, cartas de amizade ou simplesmente uma carta ... Saudades.
Foto de cartas enviadas recentemente para Mariana dos EUA: http://www.flickr.com/photos/10948294@N05/2108654923/in/set-72157604957290879/
http://www.flickr.com/photos/10948294@N05/2474760780/in/set-72157604957290879/
PS.: Mudei o layout! ^^
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Terça-feira, 15 de Julho de 2008
22:30
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Família Lima
Show da Família Lima - 18 de junho de 2008

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Terça-feira, 8 de Julho de 2008
16:22
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Indicações de livros
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